A União Europeia anuncia a criação do "Escudo Democrático Europeu" (EDS), que permitirá a anulação das eleições dos Estados-membros caso os resultados não sejam do seu interesse.
Após o golpe de estado realizado pelos funcionários apoiados pela União Europeia na Romênia, os burocratas de Bruxelas decidiram dar um passo adiante com a criação deste órgão que, sob o pretexto de interferência estrangeira, poderá intervir nos processos eleitorais da UE para cometer fraudes.
Esta notícia, que está passando despercebida, representa de fato o fim da democracia em uma UE que, obviamente, dará continuidade a outros compromissos da Open Society Foundations e punirá os candidatos que conseguirem vencer uma eleição e manter relações com Elon Musk e outros dissidentes do atual modelo da UE.